quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Transtornos alimentares (i)

Aspectos gerais


De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, 5ª ed., ou simplesmente DSM-5™, da Associação de Psiquiatria Americana (American Psychiatric Association), os transtornos alimentares são caracterizados por uma perturbação persistente na alimentação ou no comportamento relacionado à alimentação, resultando no consumo ou na absorção alterada de alimentos e comprometendo significativamente a saúde física ou o funcionamento psicossocial [1].


Referências

[1] American Psychiatric Association. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais - DSM-5™. Porto Alegre: Artmed; 2014.

domingo, 5 de agosto de 2018

Alimentação e alimentos (A)

Aspectos gerais


A alimentação pode ser definida como o ato ou efeito de alimentar-se [1].
Os alimentos, por sua vez, podem ser definidos como quaisquer materiais sólidos ou líquidos consumidos por um organismo vivo para suprir energia, construir e repor tecido ou participar em quaisquer reações químicas [2].
Esse aspecto estrutural dos alimentos torna-se bem claro na distinção feita pela Química Orgânica entre gorduras (com predominância de ácidos graxos saturados como o palmítico e o esteárico, nas banhas, sebo e manteiga) e óleos (com predominância de ácidos graxos insaturados, como nas olivas) [3,4].
Assim sendo, os principais grupos de alimentos podem ser subdivididos, considerando-se esses diversos aspectos, em bebidas, cereais, laticínios, gorduras, óleos, frutos, legumes (e.g., abóbora, pepino, tomate, cenoura, batata, beterraba), nozes, carne de peixe, ovos, tubérculos e raízes amiláceas [1,5]. Entretanto, torna-se evidente que alguns desses termos se sobrepõem por possuírem significados semelhantes. 


Referências
[1] Houaiss A, Villar MS. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva; 2001.
[2] Bender DA. Benders’ dictionary of nutrition and food technology. 8 ed. Boca Raton: CRC; 2006.
[3] Amaral L. Química orgânica. São Paulo: Moderna; 1981.
[4] Gaard M, Tretli S, Løken EB. Dietary fat and the risk of breast cancer: A prospective study of 25,892 Norwegian women. International Journal of Cancer. 1995;63:13-7.
[5] Colen L, Melo PC, Abdul-Salam Y, Roberts D, Mary S, Gomez Y Paloma S. Income elasticities for food, calories and nutrients across Africa: A meta-analysis. Food Policy. 2018;77:116-32.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Diabetes melito (I)

Definições


O diabetes melito pode ser sucintamente definido como hiperglicemia crônica.
Uma definição extensiva pode ser feita de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) - World Health Organization (WHO), segundo a qual o diabetes melito é uma doença crônica que ocorre quando o pâncreas não produz insulina suficiente ou quando o corpo não pode efetivamente usar a insulina que produz.
A insulina é um hormônio que regula o açúcar (glicose) no sangue.
Hiperglicemia, ou aumento de glicose no sangue, é um efeito comum do diabetes não controlado e ao longo do tempo, leva a sérios danos de muitos sistemas do corpo, especialmente o sistema nervoso e o vascular.

Referências

http://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/diabetes[03/08/2018 17:11:00]

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Atualidades sobre os frutos da Amazônia (3)


Abacaxi (Ananas comosus (L.) Merr.), da família Bromeliaceae


Trata-se de um fruto carnoso nativo da região amazônica, rico em carboidratos (12,3 g por 100 g de fruto fresco) e em enzimas proteolíticas (e.g., bromelaína), cujo agrádavel sabor característico enriquece numerosas preparações culinárias frementadas (e.g., aluá) e não fermentadas (e.g., sucos, em especial) [1]. Seu cultivo difundiu-se em diversos países tropicais e subtropicais [1].



Referências

[1] Andrade Jr MC, Andrade JS. Amazonian fruits: An overview of nutrients, calories and use in metabolic disorders. Food and Nutrition Sciences. 2014;5:1692-703.